Eu ando morrendo por dentro.
Morrendo com um amor que não devia existir.
Um ácido que foi
sendo produzido no meu coração.
Meu
sangue está vazando aos poucos
num furo que vai me matando,
que vai fazendo meu
coração pulsar
um jato de tristeza vermelha,
a cor que devia estar corando meu
corpo, minhas faces, está vazando.
Não sei o que fazer quando o sangue fica aparente,
tento
esconder a hemorragia que aparece cada vez mais forte nos meus poros.
Minha culpa está sendo transformada em castigo
aos poucos vou morrendo,
me torno zumbi.
E a única coisa que quero sugar
é o cheiro da pele dele.

Nenhum comentário:
Postar um comentário